BEIRA DE ESTRADA VIRA LIXÃO

Notícias por RSS Compartilhar no Facebook Postado por Brümmer Advocacia, em 24/06/2010, às 13:06, na categoria Direito Ambiental,Direito Penal,Meio Ambiente

Um trecho de cem metros da rua Ronco D’Água, no bairro Itinga, zona Sul de Joinville, continua servindo de lixão. Entulho de construção civil, pára-choques e estofamento de carros e carradas de podas de árvores se acumulam à beira da estrada de barro.

O problema já foi mostrado por “AN” em janeiro, junto de outros lixões no Distrito Industrial e no bairro Costa e Silva, na zona Norte, e recebeu vistoria da Fundação de Meio Ambiente (Fundema) um dia depois. O órgão informou ter recebido mais de mil denúncias de poluição do solo neste ano. A maioria das denúncias é sobre os mesmos pontos: fim da Rui Barbosa, no Costa e Silva; estrada dos Portugueses, no Vila Nova, Estrada Timbé, no Jardim Paraíso; e Humberto Pinheiro, no Distrito Industrial.

Segundo a Fundema, a fiscalização tem percorrido esses locais de forma sistemática e com vigilância dos fiscais. A dificuldade é encontrar os responsáveis pelos despejos para responsabilizá-los.

O catador de madeira Mário Rosa, 70 anos, que recolhia entulhos na rua Ronco D’Água ontem à tarde, diz que o local recebe lixo há anos. Segundo ele, uma parte já foi até empurrada com máquina dentro de uma grota que há do lado da rua. O catador diz não conhecer e não ter visto quem fez os despejos. A reportagem encontrou rastros recentes de caminhão.

A Fundema orienta que quem ver caminhões despejando entulho anote a placa do veículo e denuncie pelo 0800-643- 7788. Um dos fatores que leva aos despejos nesses lugares, segundo o órgão, é que quem produz o resíduo ou quem o transporta nem sempre quer pagar as taxas dos aterros.

AN.com.br

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